quinta-feira, 28 de novembro de 2013

CASOS DE SEMELHANÇA DE TRIÂNGULOS

Colégio QI
Aluno: Alcides Dias    
Série: 8°Ano – Tarde
Disciplina: Matemática        Professora: Janeide


CASOS DE SEMELHANÇA DE TRIÂNGULOS


Caso AA (ângulo, ângulo)
         Quando há congruência em dois ângulos de um triângulo.


Caso LAL (lado, ângulo, lado)
       Quando há congruência em dois lados e um ângulo de um triângulo.


Caso LLL (lado, lado, lado)
       Quando há congruência em três lados de um triângulo.


Caso ALA (ângulo, lado, ângulo)
       Quando há congruência em dois ângulos e um lado entre os dois ângulos.


Caso LAA (lado, ângulo, ângulo)
       Quando há congruência em um ângulo próximo ao lado e em um ângulo inverso ao lado.


Fonte de pesquisa: Brasil Escola e Semelhança de Triângulos

A Historía da televisão 6° ano (Português/Gramatica)

Colégio Qi Epítacio
Nome do aluno: Davi Cavalcanti De Mello
Nome da professora: Reginalda
Nome da Dicíplina: Português/Gramatica

Data: 28/11/2013








A historia Da Televisão

A televisão foi criada no século XX e se tornou o principal meio de comunicação da sociedade




A Historía da televisao


O principal meio de comunicação criado no século XX foi a televisão. Tal afirmação é decorrente da amplitude de seu consumo pelas sociedades, possível à totalidade das classes sociais no mundo, e por ser um eficiente meio de divulgação de informações e ideologias. Apesar de sua presença em quase todas as casas, em sua origem a televisão foi um artigo de luxo, destinado às classes mais abastadas.
A criação da televisão remete às pesquisas realizadas por John L. Baird, que em 1920 uniu componentes eletrônicos que haviam acabado de ser produzidos em várias partes do mundo e montou o primeiro protótipo de televisão. Uma reprodução satisfatória de imagens aconteceu apenas 5 anos depois.
Também neste período, em 1923, o russo Wladimir Zworykin criou e patenteou o ionoscópio, o que lhe rendeu, anos mais tarde, um contrato com a RCA. A partir do ionoscópio ele pôde desenvolver os primeiros tubos de televisão, chamados Orticon, produzido em escala industrial a partir de 1945.
Mesmo ainda não havendo produção em escala industrial de televisores, as transmissões abertas passam a ocorrer a partir da década de 1930, primeiramente na Alemanha, em 1935, e depois na Inglaterra, EUA e União Soviética. No Brasil, em 1950, houve acesso a um sinal aberto de TV após a inauguração da TV Tupi, pelo jornalista Assis Chateaubriand. A primeira transmissão aconteceu no saguão do “Diários Associados”, de propriedade de Chateaubriand. Foi necessário ainda que o jornalista importasse cerca de duzentos aparelhos de TV para que os programas da emissora fossem assistidos, já que não havia ainda o consumo em larga escala de televisores. Posteriormente, novas emissoras foram surgindo, como Globo, Record e Bandeirantes.
E mesmo assim as transmissões ainda eram em preto e branco, sem cores, situação que foi alterada em 1954 no EUA, quando a rede NBC conseguiu realizar as primeiras transmissões públicas em cores, ao utilizar um sistema compatível com os antigos aparelhos preto e branco.
Hoje a variedade de aparelhos, emissoras e qualidade de sinal foram aperfeiçoadas com os estudos científicos, proporcionado sinais de alta qualidade e de nitidez de imagens, que percorrem o mundo através de uma vasta rede de satélites posicionados em volta da Terra.

Fonte: http://www.brasilescola.com/historiag/breve-historia-televisao.htm










quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Mensagem de Fim de Ano

 Grupo: Pedro Antonio , Lahuana Stephany , Gabriele Morais , Ana Flavia , Telice Morais
 Ano: 9° ano I Manha 
 Matéria: Inglês
 Professora: Ângela




 "Feliz Ano Novo Espero que todos os seus desejos se tornem realidade"

quarta-feira, 20 de novembro de 2013

A televisão

Colégio QI
Data: 12/11/2013
Série: 6º ano
Disciplina: Português
Profª: Reginalda
Aluno: Diego da Costa Lins



A televisão

              

          
                                                                       Inventor do 1º controle de TV (1955)

                        
    Assis Chateaubriand
  (Fundador da TV Tupi)

Chacrinha e Silvio Santos
(Apresentadores de TV)


     No Brasil, a televisão virou um fenômeno desde que a primeira transmissão foi feita no ano de 1950. Ela contou com o trabalho de vários pesquisadores ao longo de anos até estar pronta para transmitir seus sinais aos telespectadores. As primeiras transmissões experimentais foram feitas em meados da década de 1920. Experimentos realizados em 1926 na Inglaterra, Japão e nos EUA em 1927 marcam o início das transmissões de imagens e sons.
     A empresa AT&T foi uma das pioneiras ao realizar uma transmissão na cidade de New York (1927). O Gato Félix é considerado o 1º personagem a ter sua imagem veiculada na TV em 1928. As imagens transmitidas nos anos 20 eram de baixíssima resolução, tendo em vista que eram de aproximadamente 60 linhas. Hoje, as televisões analógicas têm resolução de aproximadamente 480 linhas
     A década de 1930 serviu para a lapidação da televisão. Grandes emissoras também já haviam surgido na década de 30. Canais como a BBC, CBS e CGT abriam as portas para a transmissão de programas e eventos esportivos.
     Os aparelhos de TV já começavam a ser produzidos em larga escala, mas eram poucas as pessoas que tinham acesso a eles.  A partir desta década, a resolução das imagens melhorou consideravelmente, passando das 60 linhas para até 405. A Europa e EUA estavam na dianteira da tecnologia e, já no ano de 1936, a coroação do rei Jorge VI é considerada a primeira transmissão ao vivo da história da televisão e assistida por mais de cinquenta mil pessoas em Londres, na Inglaterra.
     Historicamente, o boom da televisão foi nos anos de 1950. Antes disso, em 1940, foi realizada a primeira transmissão em cores que se tem notícia e as transmissões esportivas e os primeiros telejornais começaram a ganhar destaque.
     Ainda na década de 50, milhares de pessoas já tinham acesso à TV nos EUA, Europa e Ásia e, no Brasil, ela desembarcou por aqui com a ajuda do empresário Assis Chateaubriand. A rede Tupi, criada em 1950, foi à primeira emissora de televisão do Brasil e reinou absoluta ao longo de muitos anos. Para fazer sua ideia decolar, Chateaubriand trouxe dos EUA 200 aparelhos de TV e os espalhou pela cidade, onde quem passava pela rua era “hipnotizado” pelas imagens e sons do mais novo invento a desembarcar em terras tupiniquins. No ano de 1956 o país já possuía o expressivo número de 1,5 milhão de aparelhos. 
     Aos poucos, outras emissoras foram surgindo:

  • Fundada por Paulo Machado de Carvalho, a Rede Record em 27/09/1953, No final da década de 1980 o canal, que antes pertencia a Paulo Machado de Carvalho e Silvio Santos, foi comprado pelo empresário e líder espiritual Edir Macedo, fundador da Igreja Universal do Reino de Deus.
  •  Fundada por Roberto Marinho, a TV Globo foi inaugurada em 26 de abril de 1965.
  • Fundada por João Saad, a Rede Bandeirantes (conhecida como Band) em 13/05/1967. 
  • Fundado por Silvio Santos. O SBT (Sistema Brasileiro de Televisão) em 19/08/1981.
  • A Rede TV foi criada em 15 de novembro de 1999 pelos empresários Amilcare Dallevo Jr  e Marcelo de Carvalho, que compraram as cinco concessões da extinta Rede Manchete.
     A invenção do controle remoto no início dos anos 50 impulsionou a compra de televisores no mundo inteiro e também, revolucionou a forma com que se assistia à televisão. Desta forma as emissoras precisavam ter uma programação diversificada e de alta qualidade para atrair telespectadores e, claro, anunciantes.
     No Brasil, no ano de 1963, foi feita uma transmissão experimental em cores, mas somente nos anos 70 elas chegaram oficialmente à casa de alguns brasileiros. Transmissões ao vivo já eram comuns, mas coloridas somente em 1972, com a transmissão de uma festa típica da cidade de Porto Alegre pela TV Difusora.
     Até hoje utilizamos praticamente o mesmo modelo de transmissão criado nos anos de 1920: o analógico. Novos aparelhos foram surgindo ano a ano e os modelos com som estéreo já estavam disponíveis desde o fim dos anos 80. Depois disso, o investimento em telas com cada vez maior resolução virou a “bola da vez” e as TVs de tela plana, plasma e LCD chegaram ao mercado já no fim dos anos 90. 

Fontes





Império Bizantino

Colégio QI
Data: 13/11/2013
Série: 6º ano
Disciplina: História
Profº: João Paulo
Aluno: Diego da Costa Lins

Império Bizantino

Localização 

 
Exemplo de um mosaico bizantino. O legado cultural deixado 
por este império influenciou inclusive o Renascimento

    No século IV o Império Romano dava sinais claros da queda de seu poder no ocidente, principalmente em função da invasão dos bárbaros (povos germânicos) através de suas fronteiras. Diante disso, o Imperador Constantino transferiu a capital do Império Romano para a cidade oriental de Bizâncio, que passou a ser chamada de Constantinopla. Esta mudança, ao mesmo tempo em que significava a queda do poder no ocidente, tinha o seu lado positivo, pois a localização de Constantinopla, entre o mar Negro e o mar Mármara, facilitava muito o comércio na região, fato que favoreceu enormemente a restauração da cidade, transformando-a em uma Nova Roma.
     O Império Bizantino atingiu seu ápice durante o reinado do imperador Justiniano quando se relacionaram pacificamente com os persas, retomando o norte da África, a maioria da Itália e o sul da Espanha com o objetivo de reconquistar o poder no ocidente.
Como o poder era centralizado nas mãos do imperador, que era considerado representante de Deus, a religião estava sempre ligada à política. Todos lhe eram obedientes, inclusive a Igreja que vivendo obrigada a ser submissa ao imperador conflitava com ele constantemente. Houve vários conflitos gerados pela proibição e destruição de imagens, o que gerou manifestações dirigidas pelos monges que as fabricavam. Estas manifestações enfureceram grandiosamente o imperador que decretou a pena de morte aos que desobedecesse.
     A hierarquia em que vivia a sociedade bizantina era dividida em grupos: no topo estava o imperador e sua família, abaixo a nobreza formada pelos assessores do rei, logo após estava o clero e depois desta a elite formada por ricos fazendeiros, banqueiros, comerciantes, funcionários públicos e donos de oficinas. As camadas intermediárias eram compostas por agricultores, pequenos comerciantes, artesãos e o baixo clero. As camadas pobres eram compostas pela maioria da população camponesa, servil e escrava.
     Em 565, quando o imperador Justiniano morreu, o Império Bizantino ficou fragilizado por causa dos grandes gastos militares com a proteção de suas fronteiras, da intolerância da Igreja e pela incompetência da administração sem o imperador. Durante o século VI, diversos pontos da Europa foram invadidos, fator que impulsionou a queda de Constantinopla que definitivamente ocorreu em 1453, quando os turcos otomanos atacaram com balas de canhão e armamentos modernos findando o Império.
     Atualmente, Constantinopla é conhecida como Istambul e pertence à Turquia. Apesar de um passado turbulento, seu centro histórico encanta e impressiona muitos turistas devido à riquíssima variedade cultural que dá mostras dos diferentes povos e culturas que por lá passaram. O legado deixado pelo Império Bizantino é amplo, influenciando desde as rotas comerciais entre Ocidente e Oriente até os códigos civis contemporâneos.

Fonte:

terça-feira, 19 de novembro de 2013

Álbum de notícias comentadas

Colégio QI
Data: 29/10/2013
Professor: Mário Cesar
Série: 6º ano
Disciplina: Geografia
Aluno: Diego da Costa Lins

Álbum
de
notícias
comentadas

·        Pesquisa de notícias relacionadas à: I Poluição; II Violência; III Economia; IV Artes; V Cinema; VI Culinária; VII Moda; VIII Notícias do mundo; IX Futebol e X Empregos.

1. Poluição do ar pode aumentar risco de
insuficiência cardíaca e câncer de pulmão (10/07/2013 - 13:28)
“ Novos estudos mostram que pequenos aumentos nos níveis de poluentes
podem elevar as chances de desenvolvimento dessas doenças. “ 



     Poluição: o material particulado (MP), um dos principais poluentes atmosféricos, consiste em um conjunto de poluentes provenientes da poeira, fumaça e materiais que se mantêm em suspensão na atmosfera devido a seu tamanho reduzido (Thinkstock).
     Dois amplos estudos publicados nesta quarta-feira analisam os danos à saúde provocados pela poluição do ar. O primeiro trabalho, divulgado no periódico The Lancet, mostra que a exposição a curto prazo a poluentes do ar aumenta o risco de hospitalização e morte por insuficiência cardíaca, enquanto a segunda pesquisa, que saiu na revista The Lancet Oncology, alerta para a relação entre material particulado (MP – partículas de poluentes encontradas em suspensão no ar) no ar e o aumento do risco de câncer de pulmão, mesmo em níveis abaixo dos limites impostos pela União Europeia.
     O primeiro estudo combinou dados de 35 pesquisas de 12 países que medem o impacto do aumento de poluentes do ar em mortes ou hospitalizações por insuficiência cardíaca. As substâncias analisadas foram monóxido de carbono, dióxido de enxofre, dióxido de nitrogênio, ozônio e material particulado fino (MP2,5 – com diâmetro de até 2,5 micrômetros) e grosso (MP10 – com até 10 micrômetros). Com exceção do ozônio, todas as demais substâncias apresentaram relação com o problema cardíaco estudado.
     Os autores estimam que uma pequena redução nos níveis de apenas um dos maiores poluentes atmosféricos, como o material particulado, poderia evitar cerca de 8.000 internações por insuficiência cardíaca e evitar o gasto de mais de 300 milhões de dólares por ano, só nos Estados Unidos.
     Eles calcularam também os riscos para cada poluente. Segundo a pesquisa, as chances de ser internado ou morrer de insuficiência cardíaca cresce 3,52% a cada aumento de uma parte por milhão de monóxido de carbono na atmosfera, 2,36% para 10 partes por bilhão de dióxido de enxofre, 1,70% para 10 partes por bilhão de dióxido de nitrogênio e 2% para cada aumento de 10 microgramas de material particulado por metro cúbico de ar. A elevação dos riscos se mostrou mais forte no dia em que ocorre a exposição aos poluentes.
     De acordo com Nicholas Mills, pesquisador da Universidade de Edimburgo e um dos autores do estudo, a insuficiência cardíaca afeta mais de 20 milhões de pessoas em todo o mundo, e é uma das causas mais comuns de internação hospitalar. “A poluição do ar é um fator de risco conhecido para infartos, mas sua relação com outras doenças cardiovasculares, como insuficiência cardíaca, é menos clara. Como toda a população está exposta à poluição do ar, mesmo uma pequena redução pode provocar grandes benefícios para a saúde cardiovascular e reduzir gastos com assistência médica”, afirma.
     Câncer de pulmão – No segundo estudo, uma equipe de pesquisadores de diversos países europeus analisou o impacto da exposição prolongada ao material particulado (com até 2,5 micrômetros de diâmetro e com até 10 micrômetros) em relação ao risco de desenvolvimento de câncer de pulmão.  A pesquisa incluiu dados de 17 estudos em nove países da Europa, totalizando dados de cerca de 313.000 pessoas. Dentre os participantes, 2.095 desenvolveram câncer de pulmão ao longo dos 13 anos em que foram acompanhados pela pesquisa.
     Os resultados da análise mostraram que cada aumento de 5 microgramas de PM2,5 por metro cúbico de ar causa um aumento de 18% no risco de desenvolvimento de câncer de pulmão. Já um aumento de 10 microgramas de PM10 por metro cúbico causou um aumento de 22% no risco de desenvolvimento da doença, principalmente o adenocarcinoma, tipo que afeta mais não fumantes.
     Segundo os autores do estudo, a relação entre o material particulado e o câncer de pulmão se manteve mesmo em concentrações abaixo do limite recomendado pela União Europeia, que é de 25 micrômetros por metro cúbico para PM2,5 e 40 micrômetros por metro cúbico para PM10.

     COMENTÁRIO: As regiões com altas concentrações de poluentes atmosféricos podem gerar vários problemas para a saúde. No geral, essa poluição do ar é causada por veículos movidos a diesel e gasolina e pelas indústrias que não usam sistemas de tratamento e filtragem de poluentes. Através destas duas pesquisas citadas acima podemos observar que as pessoas que vivem nos grandes centros urbanos são as mais afetadas pela poluição atmosférica, causando doenças e até mesmo a sua morte, além dos gastos com assistência médica.

Fonte:


2. Paraíba é dos estados que menos denuncia violência contra mulher

     “ Estado ocupa quinto lugar no ranking, de acordo com
relatório semestral da Central de Atendimento à Mulher.”


     O relatório semestral da Central de Atendimento à Mulher, divulgado nessa segunda-feira (7) pela Secretaria de Políticas para as Mulheres (SPM), do Governo Federal, revela que entre os 27 estados brasileiros a Paraíba tem a quinta menor procura pelo Ligue 180. O estado ficou em 23º lugar na lista, atrás apenas de Roraima, Santa Catarina, Ceará e Amazonas. Em números absolutos foram 4.094 atendimentos no estado, com 1.011 em João Pessoa e 418 em Campina Grande. Apenas os municípios de Parari e Desterro aparecem na lista dos 50 que mais ligaram para o 180, proporcional ao número de habitantes.
     De acordo com a assessoria de imprensa da SPM, considera-se um atendimento quando a mulher vítima de violência liga para o 180 e a central encaminha o caso para um serviço especializado, na cidade onde ela mora. Na comparação do primeiro semestre desse ano com o mesmo período do ano passado, a Paraíba apresentou um crescimento de 4,39% na quantidade de atendimentos, o que rendeu apenas uma posição no ranking ao estado. A assessoria informou ainda que o levantamento por município só começou a ser feito esse ano, o que impossibilita a comparação com 2012, por cidade.
     Outro dado divulgado no relatório foi o crescimento de 1.547% nas denúncias de tráfico de pessoas, com relação ao primeiro semestre do ano passado. A assessoria informou que órgão não possui dados por estado para esse tipo de denúncia e os 263 atendimentos feitos em 2013 foram originados do Brasil e do exterior.
Sobre o perfil das mulheres vítimas de violência, o relatório mostrou que 60% delas têm entre 20 e 39 anos e 82% delas eram mães. Em 64% dos casos, os filhos presenciaram a violência e em 19% das situações, eles também foram agredidos. Outro dado divulgado se confronta com a teoria da dependência financeira, como forma de manter a mulher próxima ao agressor. Em 94% dos casos os agressores foram homens e em 62% deles, as mulheres não tinham dependência financeira.
     A respeito da natureza do relacionamento, o relatório revela que em 83,8% dos casos o agressor era companheiro, cônjuge, namorado ou ex da vítima. Menos da metade dos casos tinha mais de 10 anos de relacionamento e em 28% deles as agressões acontecerem logo no início da relação. 39% das vítimas permaneceram no relacionamento por mais de um ano. A violência entre pais e filhos ou o contrário, representam 10,6% dos casos. Do total de ocorrências, 46,3% ofereciam risco à vida das vítimas.

     COMENTÁRIO: A pouca quantidade de denúncias não significa que a violência ocorra em menor número do que em outros Estados, mas pode refletir uma dificuldade para fazer as denúncias. . E é neste momento que muitas mulheres desistem de levar a denúncia adiante. O governo deve reconhecer o problema e por isso tem que criar novas formas para o atendimento. Além dos danos físicos evidentes, a violência doméstica causa marcas mais profundas na vida das mulheres, afetando sua saúde reprodutiva, a vida profissional e atingindo a saúde e o bem-estar de seus filhos.



3. CDL projeta prejuízos de 30% no comércio
de João Pessoa com greve de bancos 
“ Eronaldo Maia lamentou que bancários não tivessem chegado a
um acordo para acabar com a greve, que já ultrapassou os 20 dias.
Economia | Em 09/10/13 às 15h23, atualizado em 09/10/13 às 15h44 | Por Redação. “



     O presidente da Câmara dos Dirigentes Lojistas (CDL) de João Pessoa, Eronaldo Maia, avaliou que prejuízos no comércio da capital paraibana já chegam a 30% desde o início da greve dos bancários.  
     Em entrevista ao programa da RCTV, 27 Segundos, ele lamentou que os servidores não tenham chegado a um acordo com banqueiros. Bancários paralisaram suas atividades há mais de 20 dias.  
     “Nós fizemos uma pesquisa no mercado e todos reclamam de uma queda em torno de vinte a trinta por cento de queda nesse período de greve. A movimentação bancária reflete diretamente no comércio porque o consumidor fica apreensivo com esse tipo de greve. Eles acabam fazendo reservas porque não sabem até quando a paralisação vai durar”, disse.  
     Na semana passada, a CDL-JP lançou uma nota oficial em apelo ao Sindicato dos Bancários para que, mesmo em período de greve, parte dos bancos continuassem a funcionar normalmente. O presidente da entidade comentou a medida e explicou que a solicitação reivindica medidas previstas em lei.  
     “Pedimos para que pelo menos 30% dos bancos funcionassem normalmente, como manda a lei. Achamos conveniente fazer esse apelo e também pedir para que eles sentem em uma mesa e resolvam esse problema que hoje assola o estado”, comentou Eronaldo Maia.  
     O presidente da Câmara dos Dirigentes Lojistas lembrou ainda a preocupação que atinge comerciários por causa da proximidade do Dia das Crianças.  
     “O Dia das Crianças está chegando e os comerciários do ramo de brinquedos e vestuário infantil estão apreensivos porque compraram muitos produtos e assumiram a responsabilidade do pagamento deles para poder suprir as necessidades dessa data comemorativa. Se o comércio cai, as vendas no dia do comércio também vão sofrer uma queda e isso é muito ruim para o comércio”, lamentou.  
     O programa 27 Segundos é apresentado pelo jornalista e editor do Portal Correio, Hermes de Luna, e exibido de terça à sexta-feira, na RCTV (canal por assinatura do Sistema Correio de Comunicação, em João Pessoa-PB), sempre às 21h.  
     Na Net Digital, você sintoniza o canal 27. Você pode assisti-lo através do Portal Correio (www.portalcorreio.com.br), clicando no banner da RCTV ou diretamente pelo link do site da emissora: www.rc.tv.br/aovivo Você pode interagir e participar do programa através do Twitter.com@RCTV_canal27 e usando a hasgtag #27Segundos.

     COMENTÁRIO: A greve dos bancários afeta o comércio em João Pessoa. e  registram queda nas vendas. A única opção dos clientes tem sido os terminais de auto-atendimento, onde se formam longas filas. Os bancários reivindicavam reajuste salarial, melhores condições de saúde e trabalho e mais segurança nas agências.

Fonte:


4. Apenadas participam de ressocialização
com atividades de canto e artes na Paraíba 
“ Renda Renascença e Coral Vozes da Liberdade são exemplos de ações
Cidades | Em 30/09/13 às 17h50, atualizado em 30/09/13
às 17h59 | Por Redação com assessoria. “



     A Gerência de Ressocialização (GER) da Secretaria de Administração Penitenciária (Seap) acompanhou o trabalho das reeducadas da Penitenciária Regional Feminina de Patos, participantes de projetos de ressocialização nas áreas de artesanato e canto, com a produção de renda renascença e o Coral Vozes da Liberdade. A unidade prisional, que tem atualmente 78 reclusas, também conta com a parceria da Secretaria Estadual de Educação, por intermédio da 6ª Gerencia de Ensino, que é coordenada pela professora Riane Magalhães.
     Durante o encontro, o Coral Vozes da Liberdade fez uma breve apresentação, executando a composição ‘Não temas diante do trono’. O coral conta com a participação de 14 apenadas e se apresenta nas atividades do calendário oficial da cidade, a exemplo da Festa da Padroeira.
     A renda renascença é produzida pelas reeducadas Fernanda Batista, 23 anos, que está há oito meses na unidade; Maria Eliane Bezerra, 41, que está há quatro anos e dois meses em cárcere, e Adriana Pereira de Melo, 37, reclusa há três anos. As três cumprem pena por associação ao tráfico de entorpecentes.
     “Estas ações são reflexos de uma política de descentralização desenvolvida pelo Governo do Estado em todos os setores”, disse o secretário de Administração Penitenciária, Wallber Virgolino. “Aqui na Administração Penitenciária trabalhamos para potencializar cada vez mais os projetos de ressocialização em todos os rincões do Estado, porque entendemos que só através das artes, da educação, da cultura, da educação e qualificação, poderemos mudar o quadro atual e diminuir gradativamente os índices de reincidência criminal, preparando as pessoas em situação de cárcere para o retorno ao convívio social. Agradeço a todos os diretores e agentes das unidades prisionais do Estado pelo esforço que estão imprimindo para mudar a cara do sistema prisional paraibano e estamos conseguindo”, destacou.
     A gerente executiva de Ressocialização, Ziza Maia, explicou que o processo de ressocialização é pensado por todos os usuários do sistema. “Procuramos distribuir as ações em todas as unidades prisionais do Estado. Neste momento, estamos fazendo o reconhecimento de novos espaços disponíveis para os projetos de ressocialização, priorizando a cultura local e potencializando as habilidades de cada pessoa. No caso de Patos, a renda renascença é muito presente no cotidiano das reeducandas e os trabalhos produzidos por elas já foram expostos e comercializados inclusive no Salão do Artesanato da Paraíba, demonstrando que tem qualidade e é vendável”.
     Segundo Ziza Maia, os projetos de ressocialização já acontecem em todas as penitenciárias do estado e em algumas cadeias públicas. “Estamos ampliando cotidianamente até contemplar 100 por cento das unidades com alguma ação dos eixos do Programa Cidadania é Liberdade”, frisou.
     A diretora adjunta da Penitenciária Regional Feminina de Patos destacou a importância das ações de ressocialização para a integração entre as reeducandas. “Principalmente para que elas tenham uma profissão e quando cumprirem suas penas não retornem ao mundo do crime. O bordado renascença é uma fonte de renda para quem produz, portanto, também é uma atividade empreendedora”.
     A reeducada Erivania Soares, 42 anos, integrante do Coral Vozes da Liberdade, disse que participa do projeto desde o primeiro dia. “Também estou estudando e concluindo o Ensino Fundamental e esse coral tem me dado muita força para voltar a vida normal e ao trabalho. Em breve eu quero voltar a trabalhar na construção civil, que é o que eu gosto e sei fazer”.

     COMENTÁRIO: Proporcionar um espaço para o desenvolvimento pessoal e profissional, promovendo a qualidade de vida e perspectivas de futuro durante o cumprimento da pena, é o objetivo da Paraíba. A atividade artística desempenhada pelas apenadas está, de fato, colaborando para que elas tenham uma oportunidade real de reinserção na sociedade quando deixarem o presídio.

Fonte:


5. Governo apoia projeto “Cine Periferia em Ação”

em Campina Grande

“ Programação ainda inclui uma mostra de filmes, no dia 18 de outubro.
Cinema | Em 25/09/13 às 10h26, atualizado em 25/09/13 às 10h37 | Por Redação. “


     Difundir o cinema e estimular a produção audiovisual entre os jovens das comunidades. Essa foi à ideia do 'Cine Periferia em Ação', apoiado pelo Governo do Estado da Paraíba, por meio do Fundo de Incentivo a Cultura (FIC) Augusto dos Anjos. O projeto disponibiliza oficinas gratuitas de roteiro, fotografia para cinema e produção de vídeo no bairro Cruzeiro, em Campina Grande.
     As oficinas começaram na segunda-feira (23) e seguem até a próxima sexta-feira (27), no horário das 14h às 17h. Durante o curso, os alunos irão produzir três curtas gravados no bairro que serão exibidos na cerimônia de entrega dos certificados. Em seguida, serão distribuídas cópias dos filmes produzidos na comunidade. A programação ainda inclui uma mostra de filmes, no dia 18 de outubro.
     De acordo com o idealizador do projeto, o estudante de Comunicação Social da Universidade Estadual da Paraíba, Hugo Rafael Belarmino, a ideia surgiu com o intuito de compartilhar os conhecimentos com a comunidade. “Parti da premissa que, por estudar em uma universidade pública, precisaria devolver a sociedade um pouco do meu aprendizado. E passei a analisar que, na maioria das vezes, a mídia, noticia a comunidade apenas nas páginas policiais. Queria mostrar o que tínhamos de bom e estimular os jovens a fazer pequenas produções, levando o cinema para a realidade deles. Por isso, compartilhando a proposta junto a outros amigos estamos concretizando o projeto que, para nossa alegria, está superando nossa expectativa”, comemorou.
Ele disse ainda que a iniciativa tem como objetivo transformar os jovens em situação de vulnerabilidade social em protagonistas de suas próprias histórias, usando o audiovisual para passar princípios de ética e cidadania. “A ação é importante para a expressão dessas pessoas porque pretende, por meio dos vídeos resultantes, mostrar a realidade local, quem deixa de ser olhado passa a olhar e falar”, avaliou.
     Para o gerente de Articulação Cultural da Secretaria de Estado da Cultura (Secult), Pedro Santos, o FIC apoia projetos que estimulam a polarização da cultura em todo o Estado. “Dentro do audiovisual, o projeto Cine Periferia em Ação entra na produção cinematográfica, tornando-se também um espaço de difusão, circulação e formação de novos realizadores. Além disso, é um meio de propagar a cultura do cinema em espaços que normalmente não existiria”, pontuou.
     Serviço – As oficinas estão sendo ministradas na Associação Casa Nova Redenção, localizada na Rua Jesuína Alves de Correia, nº 14, no bairro do Cruzeiro, em Campina Grande. Outras informações estão disponíveis no site www.cineperiferiaemacao.org.br ou pelo telefone: (83) 9659-5940.

     COMENTÁRIO: As ações sociais em periferias são uma oportunidade que os jovens das comunidades têm para escapar da violência e da pobreza e não se envolver com as drogas. Esse projeto busca ampliar o acesso da comunidade ao cinema e às atividades culturais. Com o propósito de estimular o raciocínio crítico, e permitir que a arte cinematográfica e a educação caminhem juntas.

Fonte:


6.  Culinária brasileira: conheça as comidas típicas do Brasil 

     A culinária brasileira é rica, saborosa e diversificada. Cada um dos estados brasileiros tem seus pratos típicos, preparados de acordo com antigas tradições, que são transmitidas a cada geração.

     O significado da comida ultrapassa o simples ato de alimentar-se. São muitas as tradições que consideram a hora da refeição como semi-sagrada, de silêncio, compostura e de severidade. Manda-se respeitar a mesa e, no interior, não se comia trazendo armas, chapéu na cabeça ou então sem camisa. Comer junto é aliar-se: a palavra "companheiro" vem do latim "cum Panis", de quem compartilha o pão.
Entre as diversas comidas tradicionais brasileiras que merecem ser citadas, encontram-se:
Região Sul

     No Rio Grande do Sul, nada é mais tradicional do que o churrasco. Também devem ser mencionados o arroz-de-carreteiro e o salame de porco. O chimarrão, feito com erva-mate, tomado em cuia e bomba apropriada, é uma marca registrada do gaúcho. A colonização italiana introduziu a produção de vinho, em especial na região da Serra gaúcha.

     No Paraná, é comum o barreado, uma mistura de carnes, preparada em panela de barro e acompanhada de farinha de mandioca e banana. Em Santa Catarina, temos as caldeiradas de peixe e, de sobremesa, as tortas de maçã, introduzidas pela imigração alemã.
Região Sudeste
     O tutu de feijão, a feijoada, a linguiça, carne de porco e as postas de peixe com pirão são encontradas em diversos Estados da região. No Espírito Santo, há a moqueca capixaba, preparada em panela de barro, com vários tipos de peixe e frutos do mar: marisco, siri, caranguejo, camarão, lagosta, bacalhau, palmito e a tintura de urucum.

     Em Minas Gerais, há diversos pratos com carne de porco, galinha ao molho pardo ou com quiabo e angu, arroz carreteiro, arroz com galinha, feijão tropeiro, tutu, couve, torresmo e farofa. O pão de queijo, de origem mineira, hoje é encontrado em várias capitais do país. Sobremesas: bolo de fubá, goiabada com queijo, doces em calda (cidra, abóbora, figo) e doce de leite. O Rio de Janeiro contribui com o picadinho de carne com quiabo e o camarão com chuchu.
Em São Paulo, a culinária caipira se assemelha à de Minas, mas a colônia italiana introduziu as massas e a pizza. Também merecem destaque os pastéis, tão frequentes quanto apetitosos. Há quem diga que eles têm origem na China, mas sobre isso não há certeza. Por outro lado, a imigração japonesa também deixou marcas na mesa dos paulistas, em especial na capital, onde há vários restaurantes japoneses.

Região Centro-Oeste
     Entre outros pratos, podem ser citados o arroz de carreteiro, o escaldado, pacu frito ou assado, peixe com mandioca, frango com guariroba, espeto, quiabo frito, pirão, caldo de piranha, dourado recheado.
Região Nordeste
     Pratos preparados com peixes são típicos do litoral, enquanto manteiga de garrafa, carne de sol e charque representam o sertão. A rapadura é tradicional desde o ciclo da cana-de-açúcar, no início da colonização.

     A presença africana é nítida na alimentação da Bahia: vatapá, sarapatel, caruru, acarajé, abará, bobó de camarão, xinxim de galinha, moqueca de peixe. O azeite de dendê é o que diferencia e perfuma os alimentos. Entre os doces, há cocadas, quindim, baba de moça e o famoso "bolinho do estudante", feito de tapioca.
     No litoral de Pernambuco, são tradicionais os peixes, ensopados de camarão e casquinhas de siri. No interior do estado, a carne de sol e a buchada de bode ou carneiro. No Ceará, há pratos à base de frutos do mar - caranguejos, siris, camarões, ostras e lagosta. Peixada, acompanhada de farinha. No sertão, carne de sol, baião de dois, feijão verde, carneirada e a panelada. Doces, sucos e sorvetes feitos com frutas tropicais: cajá, seriguela, graviola, pitomba, pitanga, jambo, coco. No Rio Grande do Norte, toma-se a alambica (sopa de jerimum com leite).

Região Norte
     Caldeirada de tucunaré, tacacá, tapioca, pato no tucupi. De origem indígena, o tacacá é uma sopa com tapioca, camarão seco, pimenta e tucupi, nome de um molho preparado com mandioca e jambo que acompanha o pato ou o peixe. Na sobremesa, doces de castanha-do-pará e frutas típicas: açaí, cupuaçu e graviola. Bolo de macaxeira, baião de dois.

     Cachaça: A bebida mais típica do Brasil é a aguardente de cana-de-açúcar, ou cachaça, que se encontra em todo o território nacional. Sua popularidade pode ser medida pela quantidade de sinônimos que a imaginação popular deu a essa bebida de alto teor alcoólico.

COMENTÁRIO: O Brasil possui uma cultura vasta e falta muita cosia ainda pra ser descoberta e discutida. E um dos destaques desta diversidade cultural é a sua culinária. Desde o descobrimento do Brasil, a mistura de culturas entre os europeus, africanos e nativo-brasileiros deu origem a uma culinária bem variada que se dividiu entre as diferentes regiões do país.

Fonte:


7.  Moda na Europa, "festas silenciosas" 
atraem geração MP3
“ 07/10/2013 - 19h13
DA DEUTSCHE WELLE. “

     Pouco depois da meia-noite, o DJ toca um clássico dos anos 1990. Cerca de 150 pessoas tomam conta da pista da Fabrik45, uma casa noturna de Bonn, no oeste alemão. Elas finalmente encontram coragem --ou já beberam o suficiente-- para cantar e dançar. A pista toda sabe a letra de um dos clássicos dos Backstreet Boys. Mas como todos estão com fones de ouvido, tudo que se ouve são pequenas conversas, os pés batendo na pista e alguns trechos da música cantados de forma confusa.
     Dois DJs discotecam em dois diferentes canais, que são transmitidos para os fones de ouvido via rádio. O sucesso dos Backstreet Boys é transmitido no canal A, onde Christof Domrove, também conhecido como DJ Drelland, executa sucessos da música pop. Na cabine ao lado, o polonês naturalizado alemão Darius Roncoszek, o DJ Darius Darek, toca sua especialidade no canal B: world music.
     Na entrada da festa, Philipp Gondecki distribui fones de ouvido para os recém-chegados, que formam uma fila na porta do clube. É a primeira vez de Ariane, 20, numa "silent party" --a festa silenciosa. A estudante paga a entrada de 6 euros e ouve, junto ao grupo, a explicação de Gondecki sobre como a festa funciona:
"Com os fones de ouvido, você pode escolher entre dois canais, entre dois DJs diferentes", conta, enquanto demonstra empurrando o pequeno interruptor na parte de trás do fone. "Quando acabar a bateria, venham até aqui, que eu troco para vocês. Aqui você controla o volume", explica.
     A primeira impressão de Ariane: "O fone é um pouco grande, preciso primeiro ajustar". Depois de procurar um pouco, ela encontra o controle do volume. "A qualidade é boa", diz.
     O máximo da potência do fone de ouvido é de 80 dB --segundo a empresa fornecedora, o limite recomendado pelos médicos. Quem acha o som nos clubes muito alto se anima com a possibilidade de controlar seu próprio volume.
     Halla, 38, gosta da ideia do fone de ouvido, mas sente falta de "sentir o baixo da música em seu corpo como em uma discoteca". No entanto, já é a segunda vez que ela e o namorado, Peter, vão à festa silenciosa. "É uma festa especial e simplesmente divertida," afirma.
     Navid, 29, concorda: "É divertido quando duas pessoas ouvem diferentes canais, onde um toca uma música mais animada e o outro uma mais lenta, mas nenhuma das duas quer mudar o canal".
     Como os fones cobrem completamente as orelhas, ouve-se a música no volume máximo --muitas pessoas, no entanto, começam a cantar a mesma canção. Um olhar para os lábios de um colega de pista pode revelar uma música que se quer escutar-- durante a noite, muda-se inúmeras vezes de canal.
Movimentos diferentes
     "Sempre há algo que eu tenho vontade de ouvir", diz Marie, 28, e que gosta da possibilidade de escolher músicas.
     A geração que está acostumada a apertar o botão do tocador MP3 até encontrar uma música que goste se sente em casa na festa. Para Darius Roncoszek, o evento é uma maneira de levar música de todo o mundo para as pessoas. A maioria vem por causa dos sucessos, mas é importante oferecer uma alternativa.
     Embora ele tenha menos ouvintes em seu canal de world music, Roncoszek tenta sempre cativar e atrair o público. Na festa em Bonn, muitos cantam I Like to Move it, sucesso dos anos 1990 da banda Reel 2 Real. Roncoszek mistura o clássico com uma polca em ritmo acelerado. Ele pega o microfone e, enquanto todo mundo dança, diz: "Bem-vindos ao canal B", grita o DJ para aqueles nele sintonizados. A resposta é imediata: aplausos.
Sem reclamações
     As festas com fones de ouvido já acontecem no Reino Unido desde a década de 1990. Nos últimos anos, o conceito tornou-se cada vez mais popular ao redor do mundo, sobretudo na Europa. Na Alemanha e na Suíça, há diversos promotores que organizam festas silenciosas.
     O sinal da transmissão de rádio dos fones de ouvido pode atingir 100 metros se não houver grandes obstáculos no caminho. A festa em Bonn ocorre em uma galeria de arte privada. Natascia Cuschié, que trabalha no local, não recebeu até o momento qualquer reclamação em relação ao barulho. Essas festas também são populares em locações ao ar livre, desde que não haja risco de chuva, já que o equipamento é muito sensível.
     Por volta das 5h da manhã, a festa termina. Apenas algumas das 250 pessoas que passaram pela festa durante a noite ainda estão na pista. Depois de horas, eles tiram e devolvem seus fones de ouvido. A próxima festa em Bonn já está marcada para o Halloween. O tema para os canais A e B não poderia ser mais empolgante: Dia das Bruxas versus Dia dos Mortos.

COMENTÁRIO: O barulho excessivo é um dos inúmeros problemas urbanos na atualidade. Além de representar um agente prejudicial ao meio ambiente, é prejudicial à saúde humana afetando, indiscriminadamente homens e mulheres, adultos e crianças, independente das condições sócio-econômicas, culturais, étnicas e religiosas. Sabemos que todo cidadão tem o direito à cultura e ao lazer, isso é constitucional e deve ser respeitado, mas isso não quer dizer que para que ocorra a diversão de algumas pessoas outras tenham seu sossego alterado. Estas festas silenciosas são bem interessantes porque não atrapalham a vida das moradias vizinhas.

Fonte:


8. Ônibus cai em precipício no Peru e deixa 51 índios mortos                                                              (12/10/2013 - 21h42)
“ DA ASSOCIATED PRESS, EM LIMA. “



     Um ônibus improvisado que transportava 51 índios, entre eles 14 crianças, da etnia quechúa despencou em um precipício no sudeste do Peru, matando todos os passageiros.
     O acidente ocorreu sexta-feira à noite, quando os índios voltavam de uma festa.
     O caminhão de carga vermelho e amarelo improvisado em ônibus voltava de uma festa em Santa Teresa, capital da província de La Convención, quando saiu da estrada, caiu em um barranco de cerca de 200 metros de altura e acabou dentro do rio Chaupimayo.
     As equipes de resgate, equipadas com pouco mais do que lanternas, passaram a noite em busca de sobreviventes, sem sucesso.
     Fedia Castro, prefeito de Santa Teresa, disse a um canal local de TV que os agricultores acabam se utilizando de em formas informais de transporte porque não há transporte público na área.
     As quedas de veículos em estradas de altitude nos Andes peruanos são notórias.
     No ano passado, mais de 4.000 pessoas morreram em acidentes assim.

COMENTÁRIO: O transporte coletivo enfrenta uma série de problemas na área de investimentos. Em muitas cidades ele é considerado precário ou em número insuficiente para atender à população. Isso se refere, principalmente, às regiões do interior, afastadas das metrópoles. A opção por utilizar transportes clandestinos, ou a falta de alternativas da parcela mais pobre da população proporciona um aumento da circulação de veículos de transporte coletivo ilegais, mesmo que inseguros e, em alguns casos, com valores equivalentes aos estabelecidos pelas empresas regularizadas. Faltam investimentos dos governantes em transportes públicos de qualidade e de valores baixos.

Fonte:


9. Brasil, país do futebol?


     “Brasil, o país do futebol?”. De onde será que surgiu tal ideia? Decorre do fato de que o país possui cinco títulos de Copa do Mundo? É devido ao futebol que apresenta quando entra em campo? Perguntas que não encontrei respostas coerentes para que compreendesse. Apesar de tudo, sabe-se que a seleção brasileira costuma demonstrar talento superior as demais no futebol de campo, mas, apresentar um desempenho superior será o bastante para que o Brasil seja lembrado como o país do Futebol? Não, é insuficiente.
     Se títulos são parâmetros para nomear o país do Futebol, então, caso a Itália seja a campeã na Copa do Mundo de 2014 será também o país do Futebol? Negativo, existe uma série de variáveis que deve ser considerada antes de espalhar a ideia de que os brasileiros ou qualquer outro país sejam os verdadeiros amantes desse esporte. Alguns fatores podem ajudar na determinação daqueles que realmente apreciam o futebol, como: a média de público que vai aos estádios, a taxa do percentual total de ocupação do estádio, a taxa da população do país que vai aos estádios e o cuidado com o palco do futebol, com os gramados. 
     Analisando inicialmente a quantidade do público que vai aos estádios no Brasil, a partir de um levantamento realizado pela Pluri Consultoria, enquanto a média de público nos estádios, em campeonatos nacionais, no Brasil foi de 6.974 mil pessoas, a liga da Alemanha levou, em média, 45 mil pessoas por jogo, sendo a ocupação média dos estádios, na Alemanha quase 100%. Outro ponto a ser analisado do Futebol no Brasil são os estádios. E, em sua maioria, apresentam-se, atualmente, precários, mal desenhados, sujos e antiquados no Brasil. Imagina qual seria a situação dos gramados se o país sofresse com os invernos rigorosos da Europa?
     Em contrapartida aos números apresentados, surge o argumento de que a renda europeia por ser maior do que a do Brasil faz com que a média de público seja superior. Primeiro, se for um torcedor apaixonado vai superar obstáculos para ir assistir as partidas. Há um exemplo no Campeonato Alemão, um jogo, no qual dia nevava e fazia menos de 4º C negativo, era uma partida sem importância, e, mesmo assim, com todas as dificuldades o público do jogo chegou a 70 mil pessoas. Segundo, o próprio argumento do fator renda como um diferencial importante cai quando contextualizamos ao próprio país. Torcidas do: Corinthians, Paysandu e de algumas equipes do Nordeste são as que mais dão público e que não são as torcidas com maior renda. Analisando também a média de público nos campeonatos estaduais e comparando a renda dos torcedores desses estados com as rendas dos torcedores de um outro quebra-se tal argumento. Enquanto a média de público no campeonato pernambucano é de 9.134 pessoas, a do campeonato paulista é de 6.122 Então, fica evidente que para que o Brasil possa ser considerado um país do Futebol falta melhorar muitos índices, rever pessoas de determinadas posturas e conceitos.

COMENTÁRIO: O futebol é o esporte mais popular do mundo, sendo praticado em todos os continentes, e a FIFA tem hoje mais nações associadas do que a própria ONU. As cifras movimentadas globalmente em torneios, patrocínios, transações comerciais, premiações e trnsmissões de rádio e TV envolvendo o futebol são astroômicas. De acordo com as informações levantadas neste artigo, falta um Brasil com maiores investimentos e as falhas na área esportiva para poder ter o título de País do Futebol.


10. PB tem a 3ª melhor taxa de empregos das Microempresas


     Comprovando uma de suas melhores vocações, as micros e pequenas empresas paraibanas registraram a 3ª melhor taxa da Região Nordeste como empregadora da economia formal. Os dados do Anuário do Trabalho da Micro e Pequena Empresa, elaborado pelo SEBRAE em parceria com o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) mostram que 56,8% da mão de obra empregada gerado no Estado (203 mil do total dos 282,6 mil) era oriundo das micro e pequenas empresas em 2011. A Paraíba alcançou taxa média acima da Região Nordeste (50,3%) e também do País (51,6%).

     Na Região, a Paraíba ficou atrás apenas das taxas do Piauí (58,2%) e do Rio Grande do Norte (57,7%). Os dados da pesquisa divulgados nessa semana são do estoque de empregos acumulados até o ano de 2011.
      Contudo, é bom lembrar que o critério metodológico utilizado pela pesquisa do Dieese/SEBRAE é pelo número de funcionários e não do faturamento anual das empresas, critério utilizado pelo Simples Nacional para enquadrar a micro e a pequena empresa. Na pesquisa Dieese/SEBRAE, considera micro e pequenas empresas com até 99 trabalhadores formais no estabelecimento. Já no regime de apuração do Simples Nacional, somente é micro e pequena quem fatura até R$ 3,6 milhões no país, enquanto no Estado da Paraíba utiliza o sublimite de R$ 2,520 milhões no faturamento anual para conceder os benefícios de alíquotas menores do ICMS e do ISS para esses portes de empresa.
     Apesar de o critério ser por número de funcionário, as taxas de empregos geradas pelas micro e pequenas empresas da Paraíba, isoladas por ano, apresentaram performances ainda melhores nos últimos anos, segundo os dados consolidados pelo Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados). Em 2010, mais de 82,47% das vagas criadas por empresas com até 99 trabalhadores na Paraíba, enquanto em 2011, a taxa subiu para 88,11%, índices bem superiores da taxa acumulada no estoque total até 2011 (56,8%).
     Na análise divulga pelo SEBRAE, as mudanças no ambiente legal e na economia brasileira nos últimos anos contribuíram fortemente para esse cenário positivo de geração de vagas nos pequenos negócios, como já se estimava. No aspecto político, houve a criação da Lei Geral da Micro e Pequena Empresa, e do Simples Nacional – que reduz, em média, 40% dos impostos das empresas desse porte. Mais recentemente, foi criado o Microempreendedor Individual – que permite a formalização de empresas que faturam até R$ 60 mil por ano pela internet.

     No campo socioeconômico, o fortalecimento da classe emergente C, no aspecto de consumo, e o aquecimento do mercado interno também foram determinantes para ampliação de contratações. O mercado paraibano é formado atualmente por 842 mil famílias, sendo 51,4% delas (432 mil) pertencentes à classe econômica C, que vem demandando mais produtos e serviços, daí a contratação de mais funcionários gerado pelo aumento de consumo. Entre 2000 e 2011, mais de 82 mil pessoas foram contratadas por micro e pequenas empresas na Paraíba, saltando de 77,7 mil para 160,5 mil trabalhadores.

COMENTÁRIO: Uma microempresa é uma empresa de pequena dimensão. Muitos pequenos negócios estão se formalizando, o que eleva o número de vagas de empregos. Não temos um número significativo de grandes empresas e quem absorve a mão de obra são as pequenas. Existe um aumento de pequenos mercadinhos e supermercados médios de bairros, salões de beleza, empresas de recreação, entre outras, fato que também está associado ao maior poder aquisitivo das classes C, D e E, atualmente, principais clientes desses estabelecimentos.

Fonte:
http://www.jornaldaparaiba.com.br/coluna/negocios/post/20162_pb-tem-a-3o-melhor-taxa-de-empregos-das-microempresasres.