domingo, 8 de dezembro de 2013

História da televisão

Em 1923 Vladimir Zworykni registra a patente do tubo iconoscópico para câmaras de televisão , o que tornou possível a televisão eletrónica. O primeiro sistema semi-mecânico de televisão analógica foi demonstrado em Fevereiro de 1924 em Londres, e, posteriormente, imagens em movimento em 30 de outubro de 1925. Inventado por John Logie Baird, esse sistema era composto de um disco giratório perfurado, no qual luzes de néon se ascendiam por detrás; respondendo ao sinal de uma estação de rádio que capturava as imagens através de um disco idêntico. Os ruídos provocados pelo aparelho dificultavam a emissão sonora, mas mesmo assim foi o primeiro aparelho a reproduzir imagens em movimento com 30 linhas de resolução.
Um sistema eletrônico completo foi demonstrado por John Logie Baird e Philo Taylor Farnsworth em 1927. O primeiro serviço analógico foi a WGY em Schenectady, Nova Iorque, inaugurado em 11 de maio de 1928. Os primeiros aparelhos de televisão eram rádios com um dispositivo que consistia num tubo de néon com um disco giratório mecânico (disco de Nipkow) que produzia uma imagem vermelha do tamanho de um selo postal. O primeiro serviço de alta definição apareceu na Alemanha em março de 1935, mas estava disponível apenas em 22 salas públicas. Uma das primeiras grandes transmissões de televisão foi a dos Jogos Olímpicos de Berlim de 1936. O uso da televisão aumentou enormemente depois da Segunda Guerra Mundial devido aos avanços tecnológicos surgidos com as necessidades da guerra e à renda adicional disponível (televisores na década de 1930 custavam o equivalente a 7000 dólares atuais (2001) e havia pouca programação disponível).

Grupo: Gabriel Araújo, Jhonathas Leal, José Matheus, Rafael Roberto.
Ano: 9°²
Matéria: Português
Professora :Reginalda

História da televisão

   O principal meio de comunicação criado no século XX foi a televisão. Tal afirmação é decorrente da amplitude de seu consumo pelas sociedades, possível á totalidade das classes sociais e ideológicas . Apesar de sua presença em quase todas as casas, em sua origem a televisão foi um artigo de luxo, destinado ás classes mais ricas.
   A criação da televisão remete ás pesquisas realizadas por John L. Baird, que em 1920 uniu componentes eletrônicos que haviam acabado de ser produzidos em várias partes do mundo e montou o primeiro protótipo da televisão, uma reprodução satisfatória de imagens aconteceu apenas cinco anos depois.
   Também neste período, em 1923, o russo Wladimir Zworykin, criou e  patenteou o inoscópio, o que lhe rendeu, anos mais tarde, um contrato com RCA. A partir do inoscópio ele pôde desenvolver os primeiros tubos de televisão, chamados Orticon, produzido em escala industrial a partir de 1945.
   Mesmo ainda não havendo produção em escala industrial de televisores, as transmissões abertas passam a ocorrer a  partir da década de 1930, primeiramente na Alemanha, em 1935, e depois na Inglaterra, EUA e União Soviética. No Brasil, em 1950, houve acesso a um sinal aberto de TV após a inauguração da TV Tupi, pelo jornalista Assis Chateaubriand. A primeira transmissão aconteceu no saguão do ´´Diários Associados``, de propriedade de Chateaubriand.
   Foi necessário ainda que o jornalista importasse cerca de duzentos aparelhos de TV para que os programas da emissora fossem assistidos, já que não havia ainda o consumo em larga escala de TVs.
Posteriormente, novas emissoras foram surgindo, como Globo, Record e Bandeirantes.

Grupo: Filipe Natan, João Virgínio e Giovanni.
Ano: 9°ano²
Matéria: Português
Professora: Reginalda

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Obras de Niemeyer

 Grupo: Pedro Antônio , Lahuana Stephany , Gabriele Morais , Ana Flavia ,                  Telice Morais, Angelo Gabriel, Tacyane Grebos, Raphaella Leite.
 Ano: 9° ano I Manha 
 Matéria: Artes
 Professora: Magno


Obras de Oscar Niemeyer 

Museu de Arte Contemporânea de Niterói (abv. MAC ou MAC Niterói ou MAC Nit) é um museu localizado na cidade de Niterói, estado do Rio de Janeiro, Brasil. Projetado pelo arquiteto Oscar Niemeyer, o MAC tornou-se um dos cartões-postais de Niterói. Destina-se principalmente a obras pertencentes à arte contemporânea  , todas datadas ao decorrer do século XX . Apresenta desde artes abstratas até obras retratando a ilusão da Monarquia Brasileira. O museu possui um acervo de 1.217 obras da Coleção João Sattamini. Um conjunto reunido desde a década de 50 pelo colecionador João Sattamini, constituindo a segunda maior coleção de arte contemporânea  do Brasil.



Catedral Metropolitana de Nossa Senhora Aparecida, mais conhecida como catedral de Brasília, é a catedral metropolitana da cidade de Brasília , capital do Brasil.Projetada pelo arquiteto Oscar Niemeyer, foi o primeiro monumento a ser criado em Brasília. Sua pedra fundamental  foi lançada em 12 de setembro de 1958. Teve sua estrutura pronta em 1960 onde apareciam somente a área circular de setenta metros de diâmetro, da qual se elevam dezesseis colunas de concreto (pilares de secção parabólica) num formato hiperboloide, que pesam noventa toneladas. O engenheiro Joaquim Cardozo  foi o responsável pelo calculo estrutural que permitiu a construção da catedral.

Arte Contemporânea

Grupo: Ayrton Macaulay, Saulo Gabriel, José Hairon, João Henrique, José Geraldo, Bruno Palhano 
 Ano: 9° ano I Manha  Matéria: Artes  Professora: Magno



 Arte Contemporânea 

Não há um consenso entre os autores sobre o início do período contemporâneo na arte. Neste artigo considera-se que aarte contemporânea, em seusestilos,escolasemovimentos, tenha surgido por volta da segunda metade doséculo XX, mais precisamente após aSegunda Guerra Mundial, como ação de ruptura com aarte moderna. 
Depois daguerraos artistas mostraram-se voltados às verdades doinconscientee interessados pela reconstrução dasociedade.Sobrepôs-se aos costumes, a necessidade da produção em massa. Quando surgia um movimento na arte, este revelava-se por meio das variadaslinguagens, através da constante experimentação de novas técnicas.  
A arte contemporânea se mostrou mais evidente nadécadade 60, período que muitos estudos consideram o início do seu estado de plenitude.A efervescência cultural da década começou a questionar a sociedade do pós-guerra, rebelando-se contra o estilo de vida difundido nocinema, namoda, natelevisãoe naliteratura. 
Além disso, os avanços tecnológicos foram convulsivamente impulsionados pelacorrida espaciale, como mostra dessa influência, as formas dos objetos tornam-se, quase subitamente, aerodinâmicas, alusivas ao espaço, com forte recorrência ao brilho dovinil. Aciênciae atecnologiaabriram caminho à percepção das pessoas, de que a arte feita por outros, poderia estar a traduzir as suas próprias vidas.  
A consciênciaecológicae oreaproveitamento de materiaissão temas recorrentes, que se popularizaram no final doséculo XX.Em paralelo, arevolução digitale a consequenteglobalização, por meio dainternet, formam o período mais recente da contemporaneidade.  
 Período entre 1945 e 1965 

Entre os movimentos mais célebres estão:Arte bruta,Arte informal,Expressionismo abstrato,Arte cinética,Combine,Assemblage,Pop art,Fluxus,Op artentre outros.  
                                     Período após 1965
Entre os movimentos mais célebres estão:Minimalismo,Arte conceitual,Body art,Instalação,Hiperrealismo,Videoarte,Happening,Arte povera,Transvanguarda,Internet art,Arte urbana,Grafitientre outros.  


Imagem 

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Conto - definição, caracteristicas e tipos

Colégio QI
Data: 08/11/2013
Série: 6º ano
Disciplina: Redação
Profª: Marilúcia Paulino
Aluno: Diego da Costa Lins


Conto

     É a forma narrativa, em prosa, de menor extensão (no sentido estrito de tamanho). Entre suas principais características, estão a concisão, a precisão, a densidade, a unidade de efeito ou impressão total – da qual falava Poe (1809-1849) e Tchekhov (1860-1904): o conto precisa causar um efeito singular no leitor; muita excitação e emotividade. Ao escritor de contos recebe o nome de contista.
     De o livro do mágico (cerca de 4000 a.C. ), escrito pelos egípcios, até a Bíblia encontram-se textos com estrutura de conto. No entanto, a autoria deles foi perdida. O primeiro grande contista da História é tido como Luciano de Samosata (125-192). São da mesma época Lucius Apuleius (125-180) e Caio Petrônio.
     “Quem conta um conto, aumenta um ponto”. Foi dessa forma que esse tipo de texto surgiu. Não sendo por acaso seu nome, o conto teve início junto com a civilização humana. As pessoas sempre contaram histórias, reais ou fabulosas, oralmente ou através da escrita. O conceito de conto, hoje em dia, foi ampliado em relação a este citado acima. Isto se dá porque escritores passaram a adotar esse tipo de texto como uma forma de escrever, e essa tentativa tem sido promissora. Além de utilizar uma linguagem simples, direta, acessível e dinâmica o conto é a narração de um fato inusitado, mas possível, que pode ocorrer na vida das pessoas embora não seja tão comum.
     Essa praticidade tem atraído leitores de todas as idades e níveis intelectuais. Inclusive aqueles que não têm o costume de ler ou que ainda estão começando a adquirir este hábito. Não é um texto denso, que exija grande esforço intelectual para ser compreendido, e por isso mesmo é tão bem aceito em diversos tipos de meios de comunicação, não somente através dos livros.
     Como narrativa oral o conto surge no Brasil trazido pelos portugueses, e até hoje é fortemente propagado, em diversas regiões do país. São as chamadas “estórias de Trancoso”.
    Como narrativa escrita o conto surge na literatura Brasileira durante o início do Romantismo, mas os autores românticos não conseguiram se destacar através desse tipo de texto. O primeiro grande contista brasileiro, Machado de Assis, iria surgir no início do Realismo, e seu nome se tornaria consagrado pelo brilhantismo com que dominava as palavras.
     Há algumas características que podem nos ajudar a identificar ou até mesmo a produzir um conto:

  • É uma narrativa linear e curta, tanto em extensão quanto no tempo em que se passa.
  • A linguagem é simples e direta, não se utiliza de muitas figuras de linguagem ou de expressões com pluralidade de sentidos.
  • Todas as ações se encaminham diretamente para o desfecho.
  • Envolve poucas personagens, e as que existem se movimentam em torno de uma única ação.
  • As ações se passam em um só espaço, constituem um só eixo temático e um só conflito.
  • A habilidade com as palavras é muito importante, principalmente para se utilizar de alusões ou sugestões, frequentemente presentes nesse tipo de texto.
  • Além de fecundo na diversidade temática, os contos brasileiros são fecundos na produção. Talvez isso aconteça porque os contos produzidos no Brasil, principalmente a partir do modernismo, tem adquirido identidade própria e se manifestado das mais diversas maneiras, de modo que dificilmente são fiéis às características acima citadas.

     Podemos até arriscar falar sobre alguns tipos de contos, como os contos alegóricos, os contos fantásticos, os contos satíricos, os contos de fadas, entre outros, mas não podemos traçar características fixas para eles, justamente devido a essa liberdade que os autores têm de imprimir novas características a cada conto que produzem.
     No geral, por ser um gênero muito antigo e versátil, eles são comumente divididos em contos populares (da tradição oral) e os contos literários.

  • Conto popular: é o relato produzido pelo povo e transmitido por meio da linguagem oral, o que mais se destaca é o Conto Folclórico, também chamado de a estória, o causo (comum no interior paulista), onde ocorre o contexto do maravilhoso e até o sobrenatural  (Câmara Cascudo, 1954). Apresentam temas diversos, mostrando a riqueza e criatividade do povo brasileiro, a maioria das histórias são adaptações das narrativas europeias e afro-lusitanas e as demais nativas. Alguns desses contos ganham forma escrita, enquanto os demais são repassados oralmente, quando passam para a escrita, eles perdem características da fala, modos de dizer, expressão de um povo, grupos, entonação, e outras marcas próprias que são substituídas pela forma gramatical.
  • Conto literário: é um tipo ficcional que já nasce com uma formatação escrita, e com uma autoria definida. Por se tratar de uma obra de curta extensão, as personagens e as situações são menos complexas, do que o romance e a novela. É o mais abrangente dos gêneros, pois elas duram por mais tempo, sobrevivendo na escrita, e por serem de autoria determinada.

Fontes:
http://pt.shvoong.com/humanities/1976827-que-%C3%A9-conto/
http://pescandoletras.blogspot.com.br/2012/05/o-genero-textual-conto.html
http://www.infoescola.com/redacao/conto/

domingo, 1 de dezembro de 2013

Atividade sobre poema

Disciplina : Redação
Professora: Marilúcia
Turma : 9º ano I e II
Atividade I

SONETO DA FIDELIDADE

De tudo ao meu amor serei atento
Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto
Que mesmo em face do maior encanto
Dele se encante mais meu pensamento.
                          ---------
Quero vivê-lo em cada vão momento
E em seu louvor hei de espalhar meu canto
E rir meu riso e derramar meu pranto
Ao seu pesar ou seu contentamento.
                           ---------
E assim, quando mais tarde me procure
Quem sabe a morte, angústia de quem vive
quem sabe a solidão, fim de quem ama
                            --------
Eu possa me dizer do amor (que tive):
Que não seja imortal, posto que é chama
Mas que seja infinito enquanto dure.

(Vinícius de Morais. Poesia completa e prosa. Rio
de Janeiro: Aguilar, 1974. p. 269.)
1)Quantos versos e estrofes tem o poema?
2)O poema apresenta rima? Qual ?

A 1ª estrofe pode apresentar algumas dificuldades de compreensão. A fim de compreendê-la melhor,
faça o que é pedido.

3) Explique o sentido da expressão ser atento (1º verso). 

4) Indique a que se refere a expressão maior encanto (3º verso)? 
5) Responda: Para o eu lírico, a fidelidade supõe exclusividade ou não? 

Na 2ª estrofe, o eu lírico afirma que vai dedicar-se à pessoa amada nos mais diferentes momentos da vida.

6) Quais são esses momentos? 
7) Segundo o texto, o amor e a fidelidade terão de passar por situações contraditórias, como sugere
o verso “Ao seu pesar ou seu contentamento”. Que figura de linguagem se verifica nessa oposição de situações? 

8)O poema se intitula “Soneto da fidelidade”. Qual ou quais dos itens seguintes traduzem melhor o
conceito de fidelidade e de amor no texto?

a) Fidelidade é entrega total à pessoa amada e renúncia a outras possibilidades amorosas.
b) Fidelidade é uma exclusividade amorosa que deve durar para sempre.
c) O amor não é eterno, mas, enquanto dura, deve-se ser fiel a ele de forma intensa e qualitativamente
infinita.

d) Só há fidelidade no amor quando ele é infinitamente duradouro, embora ele possa um dia acabar.

POEMA / POESIA / TEXTO EM PROSA

Disciplina : Redação

Professora: Marilúcia

Assunto para o 9ºano



POEMA / POESIA / TEXTO EM PROSA    

Poema e a expressão em versos.Refere-se à forma.
No poema encontramos um tema ou temática que é o principal assunto ou mensagem de um poema.
 É muito comum aparecer nos poemas a figura de linguagem chamada onomatopeia (são palavras ou expressões que imitam sons e ruídos produzidos por sinos, campainhas, instrumentos musicais, armas de fogo, vozes de animais, movimentos, etc.).
As onomatopeias são muito utilizadas tanto na linguagem oral quanto na linguagem escrita. São encontradas com freqüência em contos, romances e poemas e em abundancia nas historias em quadrinhos. Exemplos de palavras onomatopaicas:

Atchim – espirro.
Piu-piu: canto do passarinho
Din-don: o som da campainha
Tibum: o som de alguém caindo
Buá: o choro de alguém
Snif: fungado.

Em geral ,no poema predomina a expressão do “ EU”,que projeta seu mundo interior , expressando seus desejos ,emoções e sentimento – o que não significa que o tema esteja apenas relacionado ao amor ou a relação amorosa, mas também a prazeres da vida, medo da morte , indignação diante de injustiças sociais,enfim a todos os acontecimentos,sensações e sentimentos inerentes a existência humana.
O poeta é o autor, e não o “eu” que fala no poema – é importante não confundi-los. O eu lírico é um ser imaginário, sem existência real, criado para representar o autor e desvinculá-lo do “eu’ que se manifesta no texto.

Os elementos do poema:
Cada linha do poema chama-se verso. Elas são linhas incompletas, não chegam ate o fim da página. Muitas vezes as linhas são alinhadas a esquerda. A organização sintática e descontinua, com cortes, ou com a ordem da frase invertida.
O conjunto de versos forma uma estrofe elas estão agrupadas em blocos separadas por um espaço em branco.Esse modo de organizar o texto poético cria uma associação entre forma e o sentido.Os poetas também podem usar letras diferentes e versos que formam figuras como recursos gráficos.

Mas o mais importante recurso que os poetas empregam é a sonoridade.
Além do número de versos e estrofes, há outros elementos formais que podem constituir o poema: métrica (é a medida dos versos, isto é, o número de silabas poéticas apresentada pelos versos), ritmo ( é a alternância entre sons fortes e fracos), estribilho ou refrão(é o verso ou grupos de versos que se repetem numa poesia),rima(semelhança de sons nas palavras ,que aparecem no final dos versos e , raramente , no meio)

No poema temos algumas características: 

1) Os versos podem ser agrupados e uma ou mais estrofes;
2) Explora a musicalidade e o ritmo das palavras;
3) Frequentemente são empregados figuras de linguagem com intenção de criar efeitos de som e de sentido;
4) Predomina a função poética da linguagem;
5) Pode apresentar rima no final ou no interior dos versos;
6) Pode ou não empregar recursos sonoros;

Poesia: É a expressão dos sentimentos, das sensações e emoções do ser. Refere-se ao conteúdo. Pode ser um quadro, uma escultura, um poema, o por do sol, a lua, etc..

Caráter do que emociona, toca a sensibilidade. Sugerir emoções por meio de uma linguagem. (FERREIRA, 1993)

A prosa (texto em prosa): Sua principal característica é a apresentação do texto em linhas contínuas, em seqüência, com parágrafo e pontuação. Pode ser usado em textos literários e não-literários, como textos científicos,noticias jornalísticas,anúncios publicitários,etc..

EXEMPLO DE TEXTO EM PROSA:

Da utilidade dos animais

Terceiro dia de aula. A professora é um amor. Na sala, estampas coloridas mostram animais de todos os feitios. É preciso querer bem a eles, diz a professora, com um sorriso que envolve toda a fauna, protegendo-a. Eles têm direito à vida, como nós, e além disso são muito úteis. Quem não sabe que o cachorro é o maior amigo da gente? Cachorro faz muita falta. Mas não é só ele não. A galinha, o peixe, a vaca... Todos ajudam.

(Carlos Drummond de Andrade)




REFERÊNCIAS 
AUERBACH, Eric. Mimeses. São Paulo: Perspectiva, 1976
FERREIRA, Aurélio Buarque de Holanda. Minidicionário Aurélio da Língua Portuguesa. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1993.
LYRA, Pedro. Conceito de Poesia. São Paulo: Ática, 1986.
SILVA, Vitor Manuel Aguiar e. Teoria Literária. 2. Ed. Coimbra: Almedina, 1968
WILLEMART, Philippe. Universo da Criação Literária. São Paulo: Edusp, 1999
http://www.infoescola.com/linguistica/onomatopeia/

quinta-feira, 28 de novembro de 2013

CASOS DE SEMELHANÇA DE TRIÂNGULOS

Colégio QI
Aluno: Alcides Dias    
Série: 8°Ano – Tarde
Disciplina: Matemática        Professora: Janeide


CASOS DE SEMELHANÇA DE TRIÂNGULOS


Caso AA (ângulo, ângulo)
         Quando há congruência em dois ângulos de um triângulo.


Caso LAL (lado, ângulo, lado)
       Quando há congruência em dois lados e um ângulo de um triângulo.


Caso LLL (lado, lado, lado)
       Quando há congruência em três lados de um triângulo.


Caso ALA (ângulo, lado, ângulo)
       Quando há congruência em dois ângulos e um lado entre os dois ângulos.


Caso LAA (lado, ângulo, ângulo)
       Quando há congruência em um ângulo próximo ao lado e em um ângulo inverso ao lado.


Fonte de pesquisa: Brasil Escola e Semelhança de Triângulos